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  • UNIAESO - Centro Universitário AESO Barros Melo

    Clipagens

    Após polêmica com 'Vingadores', governo decreta cota de tela para filmes nacionais



    Entre os filmes brasileiros que se consideram prejudicados por 'brecha' na legislação estão 'Cine Holliúdy 2 - A Chibata Sideral' e 'De Pernas para o Ar 3'

    O governo brasileiro resolveu voltar a interferir numa verdadeira luta entre Davi e Golias, e restabeleceu a política de "cota de tela" para as salas de exibição de cinema nacionais. Por conta de um "vácuo" na lei que obriga os cinemas a exibirem um percentual de filmes locais, blockbusters estrangeiros tomaram conta dos espaços disponíveis - caso de "Vingadores: Ultimato", que ocupou mais de 80% das salas em sua estreia no País, no fim de abril. No governo Temer, não havia sido publicado o costumeiro decreto discriminando o número mínimo de dias em que as salas são obrigadas a exibir produções brasileiras.

    Filmes como "Cine Holliúdy 2 - A Chibata Sideral" e "De Pernas para o Ar 3" foram retirados de circuito, mesmo ainda contando com boa frequência de público. Isso gerou muitas queixas e fez com que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) convocasse uma reunião com representantes do segmento de exibição para discutir o assunto, no último dia 3.

    "Esse caso dos 'Vingadores' é um exemplo vergonhoso. Nos Estados Unidos, o filme está fazendo sucesso mas só ocupou 10% das salas. Lá eles entendem que deve existir espaço para a diversidade", avalia o coordenador do bacharelado em Cinema da Faculdade Aeso-Barros Melo, Luiz Joaquim.

    Ele frisa que em outros países essa proteção existe e é vista como necessária para garantir a produção cinematográfica local. "Há pelo menos 80 anos o cinema americano domina o mercado mundial. Eles têm um poder de inserção que nenhum outro país tem. Então, se não houver uma política pública para ajudar a equilibrar esse mercado, os cinemas nacionais acabam sendo muito prejudicados", afirma.

    A "cota de tela" é regulada por uma medida provisória criada em 2001 e válida por 20 anos, mas tem seus quantitativos atualizados anualmente. Ela determina multa de 5% sobre a receita bruta diária da sala, para cada dia em que a regra for descumprida. "É uma legislação que costuma ser razoavelmente cumprida, mas por conta dessa pendência de dezembro até agora, houve todo esse imbróglio que acabou nos provando a importância dessa determinação. Parece que o governo precisava desse choque", diz Luiz Joaquim. O decreto relativo a 2019 foi assinado nesta segunda-feira (6), pelo Ministro da Cidadania, Osmar Terra, e deve ser publicado em Diário Oficial ainda esta semana.

    Falta tela

    Para o programador do cinema São Luiz, Geraldo Pinho, a questão da cota é importante mas há outros aspectos que precisam ser discutidos. "Existem mais de 3.300 salas no Brasil e a maioria é localizada dentro de shoppings, que só exibem filmes feitos para determinado tipo de público. A lei das cotas só garante o fato do filme ser nacional. Mas as produções autorais e independentes não encontram espaço para serem exibidas", analisa. "De certa forma, a cota de tela existe só para dizer que tem uma proteção em relação ao nosso cinema. Mas na minha opinião o que falta é tela, não é cota", critica.

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